Laudo Preciso
TDAH, autismo, transtornos de personalidade, transtornos de humor, transtornos ansiosos, demências, comorbidades.
Áreas de atendimento
O que dizem sobre mim?
Tive uma excelente experiência com a Dra Daianne. Recomendo.
A Dra Daianne é extremamente atenciosa, acolhedora e preocupada em dar o melhor entendimento/direcionamento para cada caso.
Tive uma experiência transformadora com a Dra. Daiane Brilhante. Após 50 anos, finalmente consegui compreender melhor a mim mesma.
A dra. Daianne foi muito atenciosa em seu primeiro atendimento, tirou todas as minhas dúvidas.
Sem palavras, cheguei perdida e a Dra me auxiliou em tudo. Atendimento exemplar!
Excelente profissional, destacou a competência, ética e dedicação no atendimento, ela me fez sentir à vontade.
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Leia mais →Sobre mim
Olá! Sou Dra. Daianne Brilhante, uma neuropsicóloga formada há 15 anos, que ama a profissão. Eu vivo em busca de contribuir positivamente na vida das pessoas.
Trabalho com avaliação neuropsicológica, encontrando diagnósticos através de anamneses, escalas, testes e observação clínica. Auxiliando assim, na programação de tratamento específico e eficaz individualmente.
Faço todos os tipos de avaliações neuropsicológicas, em crianças, adolescentes, adultos e idosos.
Sou formada em psicologia pela PUC de Minas, me especializei em "abuso de álcool e outras drogas", em terapia cognitivo comportamental, psicopatologia e neuropsicologia, e sou perita judicial.
Atualmente, curso Mestrado em Neurociência pela Harold Gillies University (HGU), instituição internacional sediada em Coral Gables, Flórida, Estados Unidos, e MBA em Avaliações Neuropsicológicas, ampliando continuamente minha formação científica e minha atuação nas áreas de Neuropsicologia, Neurociência, avaliação cognitiva e psicopatologia.
Sou também autora do livro "Narcisismo: um guia completo para lidar com o narcisismo e criar a vida que você deseja".
Atualmente atendo em consultório particular de forma presencial e online.
Muito prazer, como posso te ajudar?
Avaliação Neuropsicológica
O que é a Avaliação Neuropsicológica?
A Avaliação Neuropsicológica é uma investigação clínica aprofundada que busca compreender como uma pessoa funciona cognitivamente, emocionalmente e comportamentalmente. Mais do que aplicar testes, trata-se de compreender a relação entre cognição, emoções, comportamento e funcionamento cerebral, considerando a história de vida e o contexto individual de cada paciente.
Durante o processo, são investigadas diferentes funções cognitivas, como atenção, memória, linguagem, funções executivas, raciocínio, velocidade de processamento, habilidades visuoespaciais e aprendizagem, além de aspectos emocionais e comportamentais que podem interferir diretamente no funcionamento cotidiano.
Meu trabalho é realizado de forma individualizada e integrada. A avaliação não se baseia em um único teste ou em um resultado isolado. São considerados a anamnese, a história clínica e de desenvolvimento, os relatos do paciente e/ou familiares, observações clínicas e a aplicação de instrumentos validados.
Ao final, todos os dados são integrados e interpretados clinicamente, permitindo a construção de um perfil neuropsicológico individualizado e, quando os critérios são preenchidos, uma hipótese ou conclusão diagnóstica fundamentada nos critérios clínicos vigentes.
O objetivo não é apenas chegar a um diagnóstico.
É entender o funcionamento daquela pessoa, identificar suas potencialidades e dificuldades e transformar os resultados da avaliação em direcionamentos práticos para o tratamento, a escola, a família, o trabalho e a vida cotidiana.
Cada avaliação é, portanto, uma investigação única, porque cada cérebro, cada história e cada pessoa também são únicos.
Quando fazer a avaliação neuropsicológica?
A avaliação neuropsicológica, tanto em adultos quanto em crianças, deve ser feita quando o comportamento natural apresenta alguma alteração. Veja alguns exemplos abaixo:
- Alterações na fala
- Alterações no modo de andar
- Mudanças na cognição
- Alteração na forma como lida com as frustrações
- Dificuldades de concentração
- Dificuldades de comunicação
- Dificuldades em interações sociais
- Dificuldades de aprendizagem
- Hiperatividade
Os pais e professores precisam estar atentos para perceber algum tipo de comportamento que se destaque, para buscar um profissional qualificado para realizar uma avaliação neuropsicológica.
Quem deve procurar uma avaliação neuropsicológica?
Qualquer pessoa pode fazer uma avaliação neuropsicológica. Normalmente são os pais que notam algum tipo de comportamento diferente, ou até mesmo professores que fazem esse tipo de observação.
Ao realizar a sua avaliação comigo, eu entrego o seu laudo em até 48 horas úteis.
Perícia Psicológica Judicial
Atuação Técnica, Ética, Precisa e Ágil
Sou Dra. Daianne Brilhante, Psicóloga e Neuropsicóloga, regularmente inscrita no CRP-06/207002, com atuação como Perita Judicial, realizando avaliações psicológicas e neuropsicológicas a serviço do Poder Judiciário.
Minha prática pericial é fundamentada nos princípios técnicos, científicos e éticos da Psicologia, nas normativas do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e no Código de Processo Civil (CPC), oferecendo subsídios técnicos claros, imparciais e bem fundamentados para auxiliar o magistrado na tomada de decisão.
Atuação como Perita Judicial
Atuo na realização de perícias psicológicas judiciais e extrajudiciais, avaliando o funcionamento psíquico, emocional e cognitivo do indivíduo, por meio de metodologia técnica reconhecida, instrumentos validados e análise criteriosa dos dados.
Meu trabalho é conduzido com alto padrão de precisão técnica, aliado a organização, clareza e agilidade responsável no cumprimento dos prazos, respeitando rigorosamente os limites éticos e científicos da Psicologia.
Principais demandas atendidas
- Avaliação psicológica e neuropsicológica pericial
- Avaliação de capacidade civil e capacidade cognitiva
- Processos de interdição, curatela e tomada de decisão apoiada
- Comprometimento cognitivo leve e demências
- Transtornos mentais e do neurodesenvolvimento
- Transtornos de humor, ansiedade e personalidade
- Avaliação de dano psíquico
- Demandas previdenciárias e trabalhistas
- Processos cíveis e de família
- Elaboração de laudos e pareceres psicológicos periciais
Metodologia de trabalho
As perícias são conduzidas de forma técnica, ética, organizada e imparcial, podendo envolver:
- Análise detalhada dos autos do processo
- Entrevista clínica-pericial estruturada
- Testes psicológicos e neuropsicológicos validados pelo SATEPSI
- Aplicação de escalas e instrumentos complementares
- Integração criteriosa dos dados clínicos, cognitivos e comportamentais
- Elaboração de laudo pericial claro, objetivo e tecnicamente fundamentado
Compromisso com precisão e agilidade
Meu compromisso como Perita Judicial é oferecer ao Judiciário avaliações precisas, bem fundamentadas e conduzidas com agilidade responsável, assegurando organização dos prazos, clareza técnica e qualidade na entrega dos laudos.
Imersão Prática em Avaliação Neuropsicológica
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Sobre a Mentoria
Se você sente que trabalha muito e ganha menos do que merece, talvez o problema não seja falta de capacidade — e sim atuar em uma área sem posicionamento e sem alto valor percebido.
A Avaliação Neuropsicológica se tornou uma das áreas mais promissoras da Psicologia, permitindo atendimentos especializados, honorários mais elevados e crescimento profissional consistente. E a boa notícia é: você também pode conquistar esse espaço.
A Imersão Prática em Avaliação Neuropsicológica foi criada para psicólogos(as) que desejam sair da insegurança, aprender um método claro e entrar em uma área que une propósito, reconhecimento e rentabilidade.
O que você vai conquistar
- Aprender a realizar avaliações neuropsicológicas na prática
- Saber escolher testes e escalas com segurança
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- Atender casos de alta demanda no mercado
- Cobrar honorários compatíveis com sua especialização
- Se diferenciar da maioria dos profissionais
- Atrair pacientes particulares e convênios
- Criar uma nova fonte de renda dentro da Psicologia
- Crescer com autoridade e reconhecimento profissional
Por que essa área cresce tanto?
Hoje existe alta procura por avaliações de:
- TDAH
- Autismo (TEA)
- Dificuldades de aprendizagem
- Transtornos emocionais
- Déficits cognitivos
- Demandas escolares, clínicas e jurídicas
Ou seja: há demanda real e crescente por profissionais preparados.
O que você vai aprender na Imersão
- Método completo de atendimento
- Entrevista clínica e anamnese estratégica
- Aplicação, correção e interpretação de testes
- Integração de resultados
- Conclusão diagnóstica com DSM-5-TR + CID
- Prognóstico e orientações assertivas
- Como precificar seu serviço
- Como divulgar seu trabalho e captar pacientes
Para quem é essa imersão
- Psicólogos(as) recém-formados
- Profissionais que desejam aumentar renda
- Quem busca sair da dependência de atendimentos de baixo valor
- Psicólogos(as) que querem autoridade em uma área nobre
- Estudantes de psicologia
Informações do evento
18 e 19 de Julho — dia todo — Presencial e Online ao Vivo
Sobre a Mentora
Daianne Brilhante — Neuropsicóloga e Perita Judicial
Sua carreira pode mudar a partir dessa decisão. Você pode continuar no mesmo lugar… ou entrar em uma das áreas mais valorizadas da Psicologia e construir resultados financeiros compatíveis com o seu potencial.
Atendimento Online
A mesma técnica, os mesmos instrumentos, a mesma precisão — de onde você estiver.
O atendimento 100% online segue exatamente o mesmo padrão de qualidade do atendimento presencial: os mesmos instrumentos validados, a mesma metodologia clínica e o mesmo compromisso com a precisão diagnóstica. A distância não reduz o rigor técnico — apenas remove a barreira da localização.
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Plataformas seguras e instrumentos adaptados para aplicação remota, sem perda de qualidade.
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Laudo entregue em até 48 horas úteis, com a mesma fundamentação técnica de sempre.
Como funciona
- Sessões por videochamada em plataforma segura
- Materiais e testes enviados digitalmente quando necessário
- Mesma duração e estrutura das sessões presenciais
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Se você não pode se deslocar até um dos consultórios físicos ou simplesmente prefere a comodidade de um atendimento remoto, o atendimento online é a opção ideal — com toda a seriedade e precisão que o seu caso merece.
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Psicóloga Daianne Brilhante · CRP 06/207002
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Agendar uma consultaTOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo: estar no controle
novembro 4, 2022 · Por Daianne Brilhante
O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é um transtorno psicológico que consiste em obsessões e compulsões e seu diagnóstico só pode ser feito por um psicólogo ou profissional da área.
Embora as causas do Transtorno Obsessivo-Compulsivo não sejam totalmente compreendidas, fatores genéticos e sociais estão envolvidos. Dessa forma, pessoas que têm pais ou irmãos com TOC possuem maior predisposição ao transtorno.
Transtorno obsessivo compulsivo é um tipo de transtorno de ansiedade caracterizado quando a pessoa sofre de repetidas obsessões e/ou compulsões que afetam as funções sociais, educacionais ou profissionais do próprio indivíduo, seja pelo tempo dispendido com os sintomas ou pela aflição ou medo da própria pessoa.
Uma obsessão é definida como um pensamento ou impulso recorrente que causa ansiedade elevada, ainda que a pessoa tenha consciência que esses pensamentos e impulsos sejam irracionais. Uma compulsão é um comportamento, ou ritual, que a pessoa exerce repetidamente, seja devido às próprias obsessões ou devido a rígidas regras que ela mesma estabelece.
Por exemplo, uma obsessão por ter as mãos demasiadamente limpas pode resultar numa compulsão por lavar as mãos a todo momento. Outras compulsões comuns são organização minuciosa e repetida de objetos, checar múltiplas vezes se fechou a porta ou se pegou o celular, contar/calcular coisas ao redor por múltiplas vezes etc — importante não confundir hábitos com compulsões.
Quando os sintomas começam a interferir no dia a dia, seja no trabalho, na vida social ou nos relacionamentos, talvez seja hora de considerar uma avaliação e/ou tratamento.
Obsessões e compulsões
Obsessões são pensamentos, imagens ou impulsos involuntários que ocorrem repetidas vezes na mente, mesmo que a pessoa não os queira — infelizmente ela não pode detê-los. Já as compulsões são comportamentos ou rituais que a pessoa se sente forçada a repetir, normalmente na tentativa de fazer as obsessões desaparecerem. A sensação de alívio, porém, é apenas passageira, e os pensamentos obsessivos costumam voltar mais fortes.
A maioria das pessoas com TOC se enquadra em uma das seguintes categorias:
- Imaculados: extremo medo de contaminação, com compulsões de limpeza ou lavagem das mãos.
- Prevenidos: checam repetitivamente coisas como forno desligado e porta trancada.
- Desconfiados: temem que, se tudo não for perfeito, algo terrível aconteça.
- Medidores: obcecados por ordem e simetria, com superstições sobre números ou cores.
- Acumuladores: temem que algo ruim aconteça se jogarem algo fora.
A necessidade de controle
Nós, humanos, possuímos uma necessidade natural de estar no controle da situação, pois a sensação de controle traz a tranquilidade de saber o que virá a seguir. No entanto, tão certa quanto essa necessidade é a imprevisibilidade da vida.
As pessoas com TOC acham mais difícil aceitar as realidades inesperadas do cotidiano, pois o controle está na raiz desse transtorno: acreditam que, seguindo determinados padrões de comportamento, por mais complexos ou irracionais que sejam, conseguirão controlar o futuro. É aqui que um profissional da Psicologia se faz fundamental, acolhendo o indivíduo e devolvendo a qualidade de vida comprometida pelo TOC.
Dicas para lidar com o Transtorno Obsessivo Compulsivo
- Observe e identifique os pensamentos angustiantes sem julgá-los
- Seja gentil com a sua mente, reoriente o pensamento para o agora
- Junte-se a um grupo de apoio
- Explore formas saudáveis de canalizar sua energia, como hobbies
- Pratique atividade física, relaxamento, meditação ou yoga
- Não abandone suas atividades regulares
- Busque terapia se continuar lutando e não melhorar
Tratamento para TOC
O tratamento mais comum para o TOC inclui psicoterapia — geralmente Terapia Comportamental ou Terapia Cognitivo Comportamental — para mudar a forma como o pensamento se comporta e reduzir a ansiedade, e, quando necessário, medicação prescrita por um médico psiquiatra para controlar os sintomas.
Transtorno de personalidade borderline X transtorno bipolar: entenda a diferença
novembro 4, 2022 · Por Daianne Brilhante
O transtorno de personalidade borderline é frequentemente confundido com o transtorno bipolar. Embora sejam distúrbios psíquicos diferentes, o fato de ambos apresentarem alguns sintomas similares acaba gerando dúvidas e confusão no diagnóstico.
A bipolaridade é um transtorno afetivo marcado por fases determinadas de mania e depressão, com períodos que oscilam entre humor normal e episódios de humor alterado. Já o transtorno de personalidade borderline é complexo e duradouro, permeando toda a vida do indivíduo, com variações de intensidade.
O que são esses transtornos?
O transtorno afetivo bipolar é um distúrbio psiquiátrico caracterizado por mudanças extremas no humor, que alternam crises de depressão e mania, indo do estado abatido ao eufórico sem causa específica. Atinge cerca de 2% das pessoas no mundo.
O transtorno de personalidade borderline é uma perturbação que leva os comportamentos ao limite, produzindo relacionamentos instáveis e atitudes arriscadas, afetando 5,9% da população mundial.
Quais os sintomas dos dois?
Em comum, apresentam mudanças no humor, carência afetiva excessiva, descontrole emocional, ansiedade, impulsividade, dificuldades de relacionamento, automutilação, choro, alterações do sono, comportamentos de risco, culpa, agressividade, irritabilidade, inquietação, compulsão, tristeza e perda de interesse em atividades que antes davam prazer.
Quais as diferenças entre ambos?
O transtorno bipolar é um transtorno mental, enquanto o borderline é um transtorno de personalidade. No bipolar, o humor varia em dias, semanas ou meses, seguindo ciclos. No borderline, as variações ocorrem repentinamente, em segundos, minutos ou horas.
Quem sofre com o transtorno de personalidade borderline costuma não saber exatamente quem é ou o que quer, com identidade menos definida. Já quem tem bipolaridade tende a apresentar uma identidade mais sólida, apesar das oscilações comportamentais.
São tratados da mesma forma?
Por serem transtornos diferentes, devem ser adequadamente diagnosticados para tratamentos específicos. No transtorno bipolar, o uso de medicamentos pode beneficiar bastante o paciente. Já no transtorno de personalidade borderline, embora os fármacos possam ajudar, a psicoterapia é o tratamento mais eficaz, sobretudo quando ambos estão associados.
Nos dois casos, grupos de apoio, sessões de terapia, terapia familiar e psicoeducação são úteis para o controle e melhora dos sintomas. Na prática clínica, muitas vezes é difícil separar um do outro, não sendo incomum uma organização de personalidade borderline em um indivíduo com transtorno bipolar.
Dependência emocional: causas, traumas e libertação
novembro 4, 2022 · Por Daianne Brilhante
A dependência emocional prejudica tanto a pessoa dependente quanto a pessoa alvo das incansáveis exigências por atenção. O relacionamento que tem como alicerce essa forma de dependência está fadado a ser nocivo para ambas as partes envolvidas.
O que é dependência emocional?
Caracteriza-se pelo apego excessivo a outra pessoa — cônjuge, parente ou amigo, sendo mais comum em relacionamentos amorosos. É mais presente quando há uma dinâmica doentia, envolta em possessividade e ciúmes: o dependente quer ser o centro do mundo do outro, sufocando-o com suas demandas.
Características da pessoa dependente emocionalmente
O dependente exige que a outra pessoa dedique todo o seu tempo livre somente a ele, recorrendo a manipulações e chantagens emocionais. Busca constantemente reafirmações do laço afetivo, questionando o outro sobre seus sentimentos. Nem sempre está totalmente consciente desse comportamento — a necessidade de atenção integral pode ser motivada por insegurança extrema ou medo irracional de perder a pessoa amada.
O que causa a dependência emocional?
- Urgência em ser amado, reconhecido e valorizado
- Excesso de insegurança
- Crenças sociais que veem a dependência como forma de amor
- Falta de afeto ou valorização na infância
A pessoa dependente costuma ter baixa autoestima e busca em outros indivíduos preencher o vazio emocional dentro dela. Quem sofreu traumas emocionais na infância ou adolescência tende a se apegar a um cônjuge ou amigo de longa data, transformando-o em sua única fonte de apoio e afeto.
Como lidar com a dependência emocional?
Para se livrar da dependência emocional é fundamental investigar as origens desse apego extremo, o que implica confrontar lembranças e medos desconfortáveis. Não é um processo feito de um dia para o outro, mas uma construção longa do amor-próprio.
Acabar com a dependência é transferir a necessidade de atenção e carinho para si mesmo — em vez de escolher alguém para ser o seu porto seguro, você se torna o seu próprio porto seguro. O acompanhamento psicológico é quase sempre um requisito para elevar a autoestima da pessoa dependente e ajudá-la a desapegar de traumas prejudiciais à sua saúde mental.
Conheça os principais sintomas de esquizofrenia e seu tratamento
novembro 4, 2022 · Por Daianne Brilhante
A esquizofrenia é um transtorno mental crônico caracterizado por alterações no juízo da realidade, na maneira de pensar e se comportar da pessoa. Os sintomas incluem alucinações, delírios e pensamentos desorganizados, além de alterações no comportamento.
É mais comum entre os jovens, raros são os casos que ocorrem na infância e na velhice. Não existe uma causa definida, pois são variados fatores que podem impactar seu desenvolvimento — um dos fatores de risco é o consumo abusivo de drogas.
O que é esquizofrenia?
É um transtorno psiquiátrico grave e crônico que acarreta uma modificação no funcionamento do cérebro, afetando a forma como a pessoa pensa, se comporta e sente, podendo tornar-se incapacitante se não tratada precocemente. Afeta cerca de 1% da população, atingindo tanto homens quanto mulheres, e não tem cura, mas possui tratamento.
Características e principais sintomas
Os sintomas se dividem em negativos — diminuição da fala, dificuldade na expressão de emoções e ausência de motivação — e positivos — perda de contato com a realidade, como alucinações, delírios e pensamentos desorganizados.
Tipos de esquizofrenia
- Simples: mudança de personalidade, isolamento social, baixa sensibilidade afetiva
- Paranoide: alucinações e delírios frequentes, sensação de perseguição
- Desorganizada: desorganização de pensamento e fala, comportamento infantilizado
- Catatônica: desorganização, paralisação ou lentificação, movimentos bizarros
- Residual: sintomas negativos leves após diagnóstico prévio
- Indiferenciada: sintomas que não se enquadram nos demais tipos
Causas e fatores de risco
É uma doença multifatorial: pode ter causas genéticas, ambientais, alterações neuroquímicas ou consumo abusivo de drogas. Familiares de primeiro grau de pessoas com esquizofrenia têm maior propensão a desenvolver a doença, embora o fator hereditário não seja determinante isoladamente.
5 sintomas de esquizofrenia
- Problemas de sono
- Ansiedade ou tensão constante
- Humor que se altera com facilidade
- Afastamento das pessoas e isolamento social
- Esquecimento frequente
A esquizofrenia tem cura?
Não possui cura, mas com tratamento correto e regular é possível reduzir os sintomas a níveis pouco perceptíveis. Os principais métodos são o uso de medicamentos antipsicóticos e a prática de psicoterapia, podendo incluir internação em casos de surtos mais graves. O diagnóstico não é feito por exames, mas por avaliação de um médico psiquiatra e/ou psicólogo — quanto mais precoce a descoberta, menores as chances de agravamento do quadro.
Crise da meia idade
novembro 1, 2022 · Por Daianne Brilhante
Já foi fixado que a crise da meia idade começa aos 40 anos e se estende até aos 65 anos em média.
Entendendo a crise da meia idade
Quando o homem e a mulher atingem a faixa de 40 a 50 anos — chamada de auge da vida —, instala-se a chamada crise da meia-idade. Esse fenômeno é biopsicossocial e independe de classe de renda, posição social, sexo, raça ou estado civil.
É considerada uma crise inevitável, que pode ser antecipada ou postergada a depender de fatores como grau cognitivo, formação acadêmica, uso de álcool e drogas, cultura, estilo de vida, depressão, separação, filhos, patrimônio e tipo de carreira — dependendo do histórico de vida de cada pessoa.
O que é essa crise, afinal?
Pode ser severa, com ataques de pânico, ansiedade, angústia, e em alguns casos gerar depressão, neurose ou até psicose. É a consciência da pessoa de que está envelhecendo e deve encarar a morte, associada a um sentimento de quase pânico. Um histórico familiar desestruturado, ou de pais ansiosos e impulsivos, pode agravar ainda mais o quadro.
A crise e a função fisiológica
Alguns analistas associam a crise da meia-idade ao climatério — tanto masculino quanto feminino — e, nas mulheres, à menopausa. Porém, apesar da base biológica, a crise da meia-idade tem expressão psicológica: a pessoa, consciente e inconscientemente, passa a refletir sobre o tempo que ainda tem até morrer.
Reflexão e aflição
A crise se intensifica em momentos de reflexão, somando-se, por vezes, à síndrome do ninho vazio ou à viuvez. As pessoas em autorreflexão levantam questões psicológicas profundas e íntimas, com a sensação de que "falta pouco tempo" e de que é preciso viver o aqui-e-agora.
Uma crise existencial
Quanto maior o nível cognitivo da pessoa, maior pode ser a crise. Somam-se às mudanças emocionais as transformações físicas — cabelos brancos, visão fraca, lentidão — que impõem reações como mudança de hábitos e busca por atividade física.
Instabilidade psicológica
Numa sociedade que não dispõe de equipamentos sociais para pessoas maduras, a crise fica mais agravada, podendo abalar significativamente a saúde emocional. O tempo de duração da crise varia: algumas pessoas levam meses, outras quase cinco anos, para uma remissão gradual. O acompanhamento psicológico é fundamental para atravessar esse período com mais equilíbrio.
8 sinais e sintomas de autismo (TEA)
novembro 1, 2022 · Por Daianne Brilhante
Os sinais e sintomas de autismo, também conhecido como transtorno do espectro autista (TEA), são muito variados e nem sempre são fáceis de perceber. Estão relacionados principalmente à dificuldade de comunicação e socialização, além de comportamentos e interesses incomuns.
Embora algumas dessas alterações possam começar a ser encontradas ainda em bebês, muitas vezes o diagnóstico só é feito anos mais tarde — e em casos mais leves, pode ser identificado apenas na adolescência ou idade adulta.
Principais sintomas de autismo
- 1. Pouco contato visual ao interagir com outras pessoas
- 2. Dificuldade para expressar ideias e sentimentos
- 3. Aborrecimento com mudanças na rotina
- 4. Comportamentos repetitivos, como abanar as mãos ou balançar o corpo
- 5. Maior interesse em objetos do que em pessoas
- 6. Maior sensibilidade a sons, luzes, cheiros ou contato
- 7. Não responder ao próprio nome ao ser chamado
- 8. Dificuldades na comunicação, desde atraso na fala até dificuldade de manter conversas
O que fazer em caso de suspeita
Em crianças, na presença de sinais de autismo — principalmente atraso no desenvolvimento da fala, dificuldades de aprendizado ou socialização —, é importante consultar um pediatra ou neuropediatra. Em adolescentes é recomendado consultar um neuropediatra, e em adultos, um neurologista.
Sintomas em bebês e crianças
Bebês por volta dos 6 meses podem apresentar poucas expressões faciais, baixo contato visual e não sorrir ao interagir. Aos 9 meses, podem não responder às comunicações dos cuidadores nem balbuciar sons. Em crianças, os sintomas envolvem dificuldade de interação social, dificuldade de comunicação e alterações comportamentais, como pouco medo de situações perigosas ou interesse muito específico por determinados objetos.
Sintomas em adolescentes e adultos
Os sinais podem passar despercebidos na infância e ser identificados apenas quando as responsabilidades escolares, do trabalho e a necessidade de independência aumentam — incluindo dificuldade em fazer amigos, ansiedade em interações sociais, dificuldade para entender piadas ou sarcasmo, e interesse excessivo por assuntos específicos.
Como é feito o tratamento
Não há tratamento específico para o autismo, e as intervenções dependem da gravidade dos sintomas. As medidas geralmente envolvem uma equipe de profissionais de saúde — médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos —, com o objetivo de melhorar a comunicação, a concentração e a qualidade de vida da pessoa.